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O motorista de táxi João Marcelo, 35, da cidade de Ipatinga, disse que pelo menos uma vez por semana fica cinco horas parado. "Já me acostumei com essa situação. Pelo menos uma vez por semana eu fico cinco horas parado devido a algum acidente. É lamentável que os políticos não olhem para a BR 381", criticou.
O caminhoneiro da empresa de transporte Tora, Alberto Viera, 45, disse que se sente cada vez mais fragilizado com os acidentes. "Eu não vejo a hora de aposentar. Não agüento mais essa vida. Cada acidente que vejo penso que eu posso ser a próxima vítima. E o pior é que ninguém faz nada para mudar essa realidade. Tenho nojo de político", desabafou, em tom agressivo.
A professora universitária Ângela Maria Diniz, 48, disse que a cada acidente é uma família destruída. "Perdi meu pai nessa rodovia, no 'Corte de Pedra' em Monlevade. Dou aula em Ipatinga e quando passo naquele trecho eu não agüento e começo a chorar. Você não pode imaginar a dor que é perder um familiar de acidente e o pior, enquanto esse pai de família morreu aí agora, o Senado está em crise por causa de roubalheira de senadores", desabafou, em lágrimas.
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