sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

2009.12.04 - O pedágio permanece - JORNAL DIÁRIO DO AÇO

Alex FerreiraI000098 Deficiência na BR-381 Norte é palco de protestos mensais desde março de 2009

Ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, confirma que metade da BR-381 Norte, entre Belo Horizonte e Governador Valadares, será privatizada

DA REDAÇÃO - A duplicação da BR-381 Norte, entre Belo Horizonte e Governador Valadares, deverá ser mesmo dividida em duas etapas.O trecho mais movimentado da rodovia, entre a capital mineira e João Monlevade, poderá ser feito pela iniciativa privada, por meio de uma concessão para posterior cobrança de pedágio. A outra parte, de tráfego mais leve, entre Monlevade e Governador Valadares, seria financiada com dinheiro público.   

A informação foi dada pela ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, em entrevista quarta-feira (2), à Rede Itatiaia de Rádio, em Belo Horizonte. A ministra disse que, inicialmente, o governo havia colocado a BR-381 em regime de concessão, para um período de 25 anos.

A licitação da obra estava prevista acontecer neste fim de ano, e cobria toda a extensão da rodovia entre Belo Horizonte e Governador Valadares, para investimentos de R$ 2 bilhões na duplicação.

No entanto, a ministra afirmou na entrevista à Itatiaia que agora o governo federal decidiu fazer uma parte da duplicação, de tráfego mais pesado sob concessão, ou seja, com o pagamento de pedágio. O restante seria feito com dinheiro público para reduzir os impactos do custo da obra no valor do pedágio.

Contratos
O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) já gastou R$ 10 milhões nos estudos de viabilidade técnica da duplicação e licitou outros R$ 38 milhões para os estudos de engenharia que ficam prontos no primeiro semestre de 2010.

Entenda
Anunciada em 2008 como uma das grandes obras do PAC, a obra da duplicação da BR-381 chegou a ser totalmente retirada do programa. Em substituição, a própria Casa Civil da Presidência determinou que a Agência Nacional de Transportes Terrestres (Antt) fizesse um estudo de uma obra “mais em conta”.

A proposta de uma duplicação “meia boca” gerou forte reação, principalmente contra o pedágio que o concessionário da rodovia teria que cobrar para financiar o projeto, antes mesmo da instalação do canteiro de obras.

Fonte: http://diariodoaco.com.br/noticias.aspx?cd=123

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