Vítima dirigia veículo atingido por carreta carregada com amônia. Ramon Marinho foi dono do Posto Alameda, no Centro Comercial.
Portal Uai
O tombamento do líquido perigoso deixou o trecho interditado por várias horas
DA REDAÇÃO - O trecho na região entre o trevo de Caeté e Ravena, no Km 425, na BR-381 foi liberado na madrugada de hoje, depois de ficar fechado desde a noite de sábado, quando aconteceu um grave acidente que matou o empresário Ramon Marinho da Silva, 45 anos, de Timóteo.
A interdição ocorreu justamenteno dia em que o trânsito era intenso na rodovia, em função do fim de férias de julho. Quem não podia esperar, teve que procurar desvios pelos municipios de Sabará e Caeté. Ainda assim, os congestionamentos foram consideráveis.
Cargas pessadas estão proibidas de trafegaram por estes dois municípios e a saída foi procurar outro caminho alternativo, via Santa Luzia e Taquaraçu de Minas, mas a complicação era tão grande que muitos motoristas preferiram ficar parados por mais de 24 horas na BR-381.
Empresário de Timóteo morreu
A fatalidade aconteceu na noite de sábado (31). A carreta placas BXE-4050, carregada de 24 toneladas de amônia dirigida pelo motorista Aroldo Rodrigues Maia, tombou na pista e atingiu o Uno placas HFN-4144 que foi prensado em um barranco.
O Fiat era conduzido por Ramon Marinho que não resistiu aos ferimentos e morreu no local. No veículo estava ainda o aposentado, Adam Carlos de Andrade, 44 anos, socorrido pelos bombeiros. O motorista da carreta sofreu ferimentos leves. Ramon era filho Aniceto Vieira da Silva, o Sete e fundador do Posto Alameda, na Alameda 31 de Ouubro, centro Comercial de Timóteo.
Adam mora no bairro Serenata e Ramon residia no Alto Timirim. Ele era casado e pai de três filhas. Ramon teria ido a capital mineira para fazer um curso.
O sepultamento do empresário está marcado às 8h desta segunda, no cemitério Jardim da Saudade bairro Santa Maria em Timóteo onde o corpo está sendo velado.
Congestionamento
A carga da carreta altamente perigosa se espalhou pela pista e congestionou o trânsito por mais de 20 km.
Os motoristas que saíram do Vale do Aço com destino a Belo Horizonte, ou mesmo aqueles que fizeram o trajeto inverso na BR 381 tiveram muita dificuldade para chegar ao destino.
Por tratar-se de uma carga perigosa, a retirada da amônia da pista é feita gradativamente por outro caminhão que saiu de São Paulo e chegou ao local do acidente no fim da tarde deste domingo.
Segundo informações da Polícia Rodoviária Federal, o acidente aconteceu porque o caminhão não conseguiu fazer a curva e tombou em cima do carro de passeio exatamente no local onde no ano passado um acidente com uma van matou estudantes de Caeté que seguiam para Belo Horizonte.
Fonte: Diário do Aço
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