Metalúrgico morreu após bater moto fechada por carro no Contorno Rodoviário da BR-381 em Timóteo
Wellington Fred
A moto de Uilton (detalhe) ficou parcialmente destruída na colisão contra o carro
TIMÓTEO – Foi enterrado no fim da tarde de domingo (5), em Antônio Dias, o corpo do metalúrgico Uilton Francisco de Paula, 46. Ele foi vítima de um grave acidente registrado no final da tarde de sábado no km 265 da BR-381, na altura do bairro Nova Esperança, em Timóteo, no Contorno Rodoviário do Vale do Aço. Uilton estava de moto e foi atingido por um carro que atravessou na sua frente.
O metalúrgico pilotava a moto Honda Titan, placa HHU-8003 (Ipatinga), sentido a Antônio Dias. Ao passar próximo de um dos acessos clandestinos, entrou na frente da vítima o Volkswagen Spacefox, placas HGH-4364 (Ipatinga), de Oziel de Souza Evangelho, 33. Uilton não teve como evitar a colisão contra o carro e, devido à violência do impacto, morreu na hora.
O resgate do Corpo de Bombeiros chegou para providenciar o socorro, mas a vítima já estava sem vida. O perito criminal Matheus Sena realizou a perícia no local e terá cerca de 30 dias para emitir laudo sobre as causas do acidente. O corpo do metalúrgico foi removido para o Instituto Médico Legal depois da perícia.
Algumas pessoas que estavam próximas ao acidente ficaram revoltadas e tentaram agredir o motorista. A Polícia Militar de Timóteo, que estava ajudando na segurança do local do acidente, teve que conter os populares e acabou prendendo o ajudante Werley Vieira Rodrigues, 25, que teria quebrado o para-brisa do Spacefox. A ocorrência foi atendida pela Polícia Rodoviária Federal.
Oziel apresentava sintomas de embriaguez e se negou a realizar o exame do etilômetro (bafômetro). Ele foi encaminhado para a delegacia de Timóteo, onde prestou depoimento para o delegado Gilmaro Alves. Após os esclarecimentos, Oziel foi liberado para aguardar em liberdade a conclusão do inquérito policial.
Os familiares da vítima estavam revoltados com a situação. Segundo Ronivaldo Vitório de França, Uilton seguia para o sítio da família, em Antônio Dias. “Ele era casado e deixou uma filha de 17 anos”, contou Ronivaldo. O metalúrgico morava na rua Porto, no bairro Bethânia, e o enterro ocorreu no fim da tarde de domingo no Cemitério de Antônio Dias.
Fonte: Diário do Aço
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