Fotos: Márcio Suzuki – Divulgação | Bell Silva/O Popular
André Pimenta Nunes tinha 25 anos e morreu a apenas um mês do seu casamento
O investigador da Polícia Civil de João Monlevade, André Pimenta Nunes, 25, faleceu vítima da BR-381. Ele morreu em um acidente ocorrido na noite da última quarta-feira (12), no quilômetro 367 da rodovia, próximo à Ponte Coronel, em São Gonçalo do Rio Abaixo. Tragicamente, o jovem morreu a exato um mês de seu casamento, marcado para o dia 12 de fevereiro. André dirigia uma Blazer, placas HMH-6441, da Polícia Civil, na qual estava sozinho. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), chovia muito no momento do acidente. O carro dele perdeu o controle em uma curva, rodou e bateu de frente com um caminhão Ford Cargo, placas HBZ-1230. O segundo veículo era conduzido por José Roberto do Nascimento, que escapou ileso. Além de trabalhar na Polícia Civil, André também cursava Sistema de Informações, no campus monlevadense da Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop). O jovem iria iniciar o quinto período neste ano, com previsão de formatura para dezembro de 2012. O investigador estava na Polícia Civil desde 2006 e atuava na 4ª Delegacia Regional de Polícia Civil de João Mon-levade há três anos. André era natural de Belo Horizonte e aguardava uma transferência para voltar a morar na capital de Minas Gerais. Desde março do ano passado ele dividia um apartamento com a noiva, Ada-Haelle Cecilla Fonseca Callejas, com quem iria se casar no mês que vem. Em um site montado especialmente para a cerimônia, a noiva descreve André como “um homem gentil, inteligente, companheiro, bem-humorado e carinhoso”. Por causa da morte de André, a Delegacia de João Monlevade funcionou apenas para casos de urgência durante todo o dia de ontem (13). Vários funcionários da Polícia Civil monlevadense foram a Belo Horizonte para o velório do investigador, que ocorreu no Cemitério Bosque da Esperança. “Perdemos não somente um servidor, mas uma vida. O André era um amigo e um excepcional funcionário. Era um rapaz de muita responsabilidade, que, apesar de pouco tempo na Polícia Civil, já demonstrava muito profissionalismo e ética. Sem dúvidas, é um pesar muito grande”, afirmou o delegado regional de João Monlevade, Paulo Tavares.
Fonte: Jornal A Notícia
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