segunda-feira, 3 de agosto de 2009

2009.08.03 - Imprudência aumenta risco na Rodovia da Morte - Portal Uai

Emmanuel Pinheiro/EM/D.A Press20090803065255311 Uno ignora a dupla faixa contínua e trafega na contramão, logo após curva, no final da descida da Serra de São Gonçalo.

Dez entre 10 motoristas que trafegam pelas estradas que cortam Minas Gerais não pensam duas vezes em afirmar que o trecho de 108 quilômetros entre Belo Horizonte e João Monlevade, na Região Central, é o mais perigoso do estado. Tanto que o “pequeno” trajeto – se comparado com os quase 7,5 mil quilômetros da malha viária federal mineira – recebeu o macabro apelido de Rodovia da Morte. Os defeitos no asfalto, a má sinalização, o traçado sinuoso e a pista com apenas uma faixa de rolamento em boa parte do percurso são algumas das várias armadilhas que fizeram centenas de famílias chorar a perda de entes queridos no local. Por outro lado, a imprudência de muitos condutores contribuiu com o indigesto apelido do trecho.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) não tem o balanço de multas no trecho da Rodovia da Morte, mas a quantidade de notificações na malha do estado cresceu na comparação entre 2007 e 2008: passou de 119.604 para 127.384. O aumento mostra que, apesar de o governo federal ter que melhorar a condição das vias, os motoristas também precisam ter mais respeito às suas vidas e a de terceiros. O Estado de Minas percorreu a Rodovia da Morte e flagrou muita gente desrespeitando o Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

Ultrapassagens em locais proibidos, por exemplo, ocorrem com frequência na 381. A infração, que rende sete pontos ao prontuário da carteira nacional de habilitação (CNH) e R$ 197 no bolso do condutor, é uma das principais causas de morte no local, pois o impacto das batidas frontais é tão violento que poucas pessoas sobrevivem para contar o sinistro.

Um dos trechos mais perigosos da Rodovia da Morte é a descida da serra que separa São Gonçalo do Rio Abaixo, a 85 quilômetros da capital, a João Monlevade, distante 108km. A pista entre os dois municípios é cheia de curvas acentuadas. Em alguns locais, há apenas uma faixa. Mas o maior perigo é a ausência de barreira física, como canteiro ou mureta, separando o trânsito em direção contrária. Apesar dos perigos, vários condutores se arriscam na ultrapassagem proibida.

O abuso é tanto que uma equipe da PRF se posicionou no fim da serra de São Gonçalo para flagrar os imprudentes. Vários condutores foram multados. Um deles foi o motorista de um Fiat Uno de Belo Horizonte, que, numa curva, iniciou a ultrapassagem sobre um caminhão. O rapaz dirigiu o carro de passeio por quase um quilômetro até ser surpreendido pelo agente da PRF. O desrespeito foi tão grande que, durante a abordagem, admitiu o erro grosseiro que poderia lhe ter tirado a vida.

Minutos depois de o rapaz ser liberado, a condutora de um Vectra da capital também foi parada pelo policial. Ela foi outra imprudente que ultrapassou um caminhão na curva. O que surpreendeu os agentes foi o fato de os condutores não terem respeito pelas suas próprias vidas. No início da serra, havia outra equipe da PRF. Alguns motoristas pensaram que a corporação não iria escalar duas viaturas numa distância inferior a 10 quilômetros. Enganaram-se.

Fonte: http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_2/2009/08/03/em_noticia_interna,id_sessao=2&id_noticia=121262/em_noticia_interna.shtml

2009.08.03 - Carro cai em lagoa em Governador Valadares - Portal O Tempo

POLÍCIA MILITAR/DIVULGAÇÃOfoto_03082009162907 03/08/2009 16h26

LARISSA NUNES

Um carro caiu dentro de uma lagoa, em Governador Valadares, região do Vale do Rio Doce, depois de se envolver em um acidente na BR-381,altura do quilômetro 181.

Segundo informações da Polícia Militar, o motorista de um Ford Eco Sport, que ia no sentido Ipatinga/Valadares, perdeu o controle da direção e chocou contra uma Ford Ranger, que ia na direção contrária.

Com a batida, o Ford Ranger começou a descer uma rampa até cair dentro de uma lagoa. O motorista conseguiu abandonar o carro a tempo e não se afogou.

De acordo com a Polícia, ele se queixou de dores nas costas, mas negou atendimento dos bombeiros.

O veículo, de acordo com a PM, não ficou submerso na água, já que a lagoa não é profunda.

Fonte: http://www.otempo.com.br/noticias/ultimas/?IdNoticia=50845

domingo, 2 de agosto de 2009

2009.08.02 - Atraso e modernidade as duas faces da BR-381 - Estado de Minas

Fotos: Emmanuel Pinheiro/EM/D.A PRESS20090801173912587 O trecho esquecido pelos sucessivos governos é repleto de armadilhas, como obras intermináveis, sinalização precária, buracos e afundamento de pista. Os sucessivos acidentes entre Belo Horizonte e João Monlevade, com suas curvas sinuosas e pista não duplicada, renderam ao trecho o título de Rodovia da Morte. Foram 138 vidas perdidas nos 310 quilômetros entre a capital e o Vale do Aço.

Seu José João Siqueira, de 68 anos, tem orgulho em contar que contribuiu para o desenvolvimento do Brasil. Quando pequeno, “lá pelos 12 anos de idade”, por diversas vezes guiou, na companhia do pai, um carro de boi que levava toras na montagem dos galpões usados para guardar as máquinas e dar guarida aos operários que trabalharam na construção da BR-381. “Cada viagem era de mais ou menos oito quilômetros”. Quase seis décadas, milhares de carretas com cargas que movimentaram a economia brasileira já trafegaram pela rodovia que José, hoje um homem com as marcas do tempo na pele, viu surgir entre as montanhas de Minas Gerais. Foram tantos caminhões que é impossível contar a parcela do PIB nacional que viajou pela estrada. Também é incontável a quantidade de pessoas que dependem dela para ir ao trabalho, à escola, à casa de parentes etc.

Toda a importância da 381, contudo, não comoveu a atual e as últimas administrações do governo federal, que deixaram o importante corredor ter duas faces completamente distintas. Os trechos são tão opostos que o motorista que visitar Minas e percorrer toda a extensão da BR pensará que viajou em duas estradas diferentes. O primeiro, que vai de Belo Horizonte a São Paulo, é o exemplo de uma via com excelente infraestrutura: pista duplicada, iluminação nas áreas urbanas, sinalização adequada e mais de uma faixa de rolamento na mesma direção.

O segundo, da capital mineira a Vitória, é o exemplo da rodovia “esquecida” pelo poder público, pois coleciona várias armadilhas. A falta de proteção física – canteiro central ou muretas – entre as direções contrárias permite batidas frontais, a pista simples deixa o trânsito lento em boa parte do percurso e a ausência de valas para escoar a água da chuva aumenta a chance de aquaplanagem no asfalto. A diferença entre as duas faces da 381 deixam seu José chateado, pois, para ele e demais usuários da estrada, toda a extensão da BR deveria ser duplicada.

Fonte: http://www.uai.com.br/EM/html/sessao_18/2009/08/02/interna_noticia,id_sessao=18&id_noticia=109162/interna_noticia.shtml

2009.08.02 - História de tragédias - Estado de Minas

A bonita vista do alto do Santuário de Nossa Senhora da Piedade, na serra homônima de Caeté, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, perde toda a beleza quando os fiéis descem lá de cima para enfrentar os perigos do trecho da BR-381 entre Belo Horizonte e o Espírito Santo. São tantas armadilhas que a multidão que sobe a montanha onde está a padroeira de Minas Gerais em busca de paz se assusta com a violência diária na estrada, principalmente nos 108 quilômetros que separam a capital de João Monlevade. O local, conhecido como Rodovia da Morte, tem aproximadamente 200 curvas.

Foi numa delas que ocorreu a primeira morte na 381. Em 1963, Teófilo Severino, um trabalhador pai de 18 filhos, foi atropelado por um caminhão, perto de Ravena, distrito de Sabará, enquanto puxava um cavalo que carregava sacas de milho. Seu José João Siqueira, de 68, conheceu a vítima. “Era um homem bom”, recorda o senhor que, na infância, ajudou o pai a guiar carros de boi que participaram da construção da estrada e, hoje, vende parte do pouco que produz em sua pequena propriedade no trevo de Caeté.

José perdeu a conta de quantas ambulâncias do Samu e do Corpo de Bombeiros testemunhou socorrendo feridos na Rodovia da Morte. Ele também engrossa as milhares de vozes que clamam pela duplicação da estrada: “Passou da hora. Precisa ter uma divisória entre as pistas com urgência”. Na próxima semana, o agricultor será um dos participantes que prometem fechar o trânsito no trevo de Caeté. Desde março, sempre no dia 13, moradores da cidade protestam no local.

A data é uma homenagem aos sete moradores que perderam a vida no acidente mais trágico da 381 em 2009. O motorista de uma Van e seis passageiros – todos universitários que estudavam em BH e voltavam para casa – morreram ao serem atingidos por um caminhão de São Paulo que invadiu a pista contrária. O desastre ocorreu perto do chamado km 30, mas os perigos da rodovia começam no início dela. Na ponte do Rio das Velhas, por exemplo, o estreitamento da pista causa congestionamentos nos fins de cada semana e dos feriados prolongados.

Mas essa não é a única ponte com problemas. Até Monlevade, cinco pontilhões poderiam ser usados para alargar a pista. As obras tiveram início e foram suspensas pelo Tribunal de Contas da União (TCU) por suspeita de desvio de dinheiro público. Os ferros retorcidos nas pontes representam bem a “preocupação” da União com a rodovia por onde passam toneladas de cargas levadas para exportação no porto de Tubarão, em Vitória. O maior prejudicado com a interrupção das obras foi o usuário da via, que continua convivendo com o perigo.

A irritação também é grande na trincheira de Santa Luzia. A obra sequer foi concluída e já apresenta defeitos, como buraco e afundamento de pista. As armadilhas preocupam, principalmente, os motociclistas, como o servidor público Samuel Magno de Oliveira, de 27. Ele mora em Venda Nova e precisa passar pelo local para buscar, nos fins de tarde, a irmã, que trabalha numa empresa à margem da 381. “A gente fica preocupado em ser a próxima vítima, porque são tantas nessa estrada”.

Foram, exatamente, 138 soente nos 310 quilômetros que separam BH de Governador Valadares, no Vale do Aço, segundo balanço da Polícia Rodoviária Federal (PRF). O total de feridos no período somou 2.055. Em 2007, 121 pessoas haviam perdido a vida. Outras 1.988 ficaram machucadas. Os números levaram associações de classe e moradores a aumentarem a reivindicação pela duplicação da rodovia. Vários outdoors educativos foram colocados às margens da estrada. Peças publicitárias pedindo mais prudência aos condutores também foram colocadas ao longo da via.

Numa delas, uma frase comovente: “Tem sempre alguém esperando por você”. O tio da secretária Gilmara Graciela, de 27, saiu do trabalho e não encontrou mais a família. “Foi atropelado no trevo de João Monlevade”, recorda a moça, que também engrossa o coro pela duplicação da via e pela prudência dos motoristas que transitam nela. Gilmara diz que, enquanto o governo federal não inicia a obra de alargamento da BR, os motoristas podem reduzir as estatísticas de acidentes obedecendo o Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

Mas a torcida pela duplicação da via continua. O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) planeja duplicar a via nos próximos anos. A Agência Nacional de Transporte Terrestres (ANTT) também tem planos para o trecho até o Espírito Santo: privatizar a estrada. Enquanto as propostas não saem do papel, a 381 continuará carregando o macabro rótulo de Rodovia da Morte.

Fonte: http://www.uai.com.br/EM/html/sessao_18/2009/08/02/interna_noticia,id_sessao=18&id_noticia=109176/interna_noticia.shtml

2009.08.02 - Engavetamento deixa trânsito lento na BR-381 - Portal O Tempo

02/08/2009 16h51

RENATO LOMBARDI

renato.lombardi@otempo.com.br

Um acidente envolvendo seis veículos deixa o trânsito lento na BR-381 em Contagem, a Grande Belo Horizonte. De acordo com informação passada por testemunhas, os carros se engavetaram no sentido à capital. Ninguém ficou ferido.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) está à caminho da rodovia, que apresenta congestionamento.

Fonte: http://www.otempo.com.br/noticias/ultimas/?IdNoticia=50734

2009.08.02 - O preço da segurança - Estado de Minas

Paulo Henrique Lobato

As duas faces da br-381

Motoristas que deixam o litoral capixaba e viajam para São Paulo via BR-381 pensam que percorreram duas rodovias diferentes em Minas Gerais, pois a péssima infraestrutura da estrada na primeira parte do caminho, até Belo Horizonte, é o oposto do segundo trecho, da capital mineira à paulista. Nesse, a pista duplicada e a boa qualidade do asfalto permitem uma viagem mais segura. Mas a Polícia Rodoviária Federal(PRF) alerta aos condutores que não aproveitem essas características para pisar fundo no acelerador, pois o excesso de velocidade é sinônimo de acidentes.

E o recado é dado com números alarmantes: 139 pessoas morreram no ano passado na Fernão Dias, como é conhecido o caminho da 381 que liga Belo Horizonte a São Paulo. Na mesma estrada, mas no trecho entre a capital mineira e Governador Valadares, no Vale do Aço, 138 motoristas, passageiros e pedestres perderam a vida em 2008. As duas estatísticas não podem ser comparadas por alguns motivos, como o fato de as distâncias serem diferentes. Mas servem de alerta para os imprudentes.

Quem vive às margens da 381, no sentido São Paulo, sabe bem como uma rodovia duplicada põe fim à carnificina. A duplicação, por exemplo, acabou com a perigosa curva da Gruta, em Itaguara, na Grande BH, onde todas as semanas, segundo moradores, ocorria pelo menos um acidente. O alargamento da estrada e a instalação de divisória física entre as pistas contrárias – mureta de cimento numa parte do trecho e canteiro central em outra – já salvaram várias vidas.

A duplicação também acaba com a lentidão do trânsito, pois a rodovia conta com mais de uma pista de rolamento, o que possibilita ultrapassagem com segurança quando o motorista se depara com um veículo de carga. A boa sinalização ainda evita sustos: há placas em todas as curvas e trechos longos em declive. No asfalto, sonorizadores ajudam a alertar os condutores. A boa infraestrutura é garantida por várias equipes de operários, que passam o dia fazendo a manutenção da estrada.

Mas as obras que garantiram as mudanças na Fernão Dias têm um preço: desde fevereiro de 2008, a OHL Brasil S.A. administra a rodovia. São cinco praças de pedágio em Minas. Carro de passeio paga R$ 1,10 em cada uma delas. Motociclistas desembolsam R$ 0,50. “Não me incomodo de pagar a tarifa, pois a segurança melhorou bastante”, diz Edson Nogueira, de 39 anos, mecânico de bombas de postos de combustível. Toda semana, ele deixa Itaúna, no Centro-Oeste, em direção ao trecho duplicado da 381.

Ele recorda que, antes de a iniciativa privada gerenciar o trecho, a rodovia era bastante perigosa. O pagamento de pedágio, porém, divide usuários. A secretária Ana Quesia de Oliveira, de 25, justifica que é contra os pedágios, pois é uma obrigação do poder público garantir a trafegabilidade segura em todas as rodovias do país. “Brasileiro já paga muito imposto”, reforça a moça.

Fonte: http://www.uai.com.br/EM/html/sessao_18/2009/08/02/interna_noticia,id_sessao=18&id_noticia=109179/interna_noticia.shtml

2009.08.02 - Fogo depois de colisão com moto - O Tempo

Daniel Silveira

Portal O Tempo Online

Um caminhão-tanque pegou fogo na tarde de ontem, na BR-381, em Betim, após uma colisão com uma moto. O motociclista, de 24 anos, e o passageiro da moto, de 29, sofreram ferimentos leves e não correm risco de morte.

O piloto teria perdido o controle da direção da moto e batido no caminhão. O passageiro saltou, enquanto o motociclista parou embaixo do caminhão. Segundo a Polícia Rodoviária Federal, quando o caminhão passou por cima da moto foram geradas faíscas, que provocaram chamas nas rodas do veículo. O fogo se alastrou e os bombeiros demoraram cerca de meia hora para debelá-lo. O tanque do caminhão estava sem combustível, por isso, não houve explosão.

Publicado em: 02/08/2009

Fonte: http://www.otempo.com.br/otempo/noticias/?IdEdicao=1375&IdCanal=6&IdSubCanal=&IdNoticia=117592&IdTipoNoticia=1

sábado, 1 de agosto de 2009

2009.08.01 - Câmara realiza última reunião de planejamento da paralisação da BR 381 - DeFato Online

01/08/2009 08h00

A Câmara Municipal de Itabira promove a última reunião de planejamento da paralisação da BR 381 na próxima segunda-feira, 3, às 10 horas, na sala da presidência. Confirmaram presença prefeitos e vereadores de Itabira e região do Médio Piracicaba.

A paralisação será realizada no trevo de Itabira, às 14 horas, no dia 13 de agosto, e acontecerá simultânea aos movimentos de Caeté e Governador Valadares.

Fonte: http://www.defatoonline.com.br/noticias/ultimas/?IdNoticia=4721

2009.08.01 - Moto bate em caminhão tanque em chamas na BR 381 em Betim - Portal Uai

Maria Lúcia Gontijo

Um motociclista e o passageiro ficaram levemente feridos depois de colisão na traseira de um caminhão tanque que estava com as rodas em chamas, na BR 381,sentido Betim-Belo Horizonte, nesta tarde.

Segundo informações da Polícia Rodoviária Federal, havia uma colisão metros à frente da BR. O motorista do Mercedes Benz, modelo 1620, placa HEH4421 reduziu a velocidade. Já o motociclista tentou desviar do caminhão, mas acabou batendo na traseira. A moto Yamaha HFY 4836 foi parar debaixo do veículo. Os dois feridos foram socorridos no local pelo SAMU. ~

A PRF informa que o tráfego no local, próximo ao Hotel Íbis, está lento, pois o caminhão ainda está parado na via.O corpo de Bombeiros acredita que o incêndio começou antes mesmo da colisão. O fogo foi controlado cerca de meia hora após o acidente.

Fonte: http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_2/2009/08/01/em_noticia_interna,id_sessao=2&id_noticia=121168/em_noticia_interna.shtml

2009.07.01 - Moto bate em caminhão tanque e provoca incêndio na BR-381, em Betim - Portal O Tempo

01/08/2009 17h02

DANIEL SILVEIRA

daniel.silveira@otempo.com.br

Um caminhão tanque pegou fogo na tarde desta sábado na BR-381 em Betim, na Grande Belo Horizonte, após ter sido colidido por uma moto. O motociclista, de 24 anos, e o passageiro, de 29, ficaram feridos e foram socorridos no Hospital Regional de Betim.

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o motociclista teria perdido o controle da direção da moto e bateu no caminhão. O passageiro saltou e caiu na via, enquanto o motociclista parou embaixo do caminhão.

Segundo a PRF, quando o caminhão passou por cima da moto foram geradas faíscas que provocaram chamas nas rodas do veículo. O fogo se alastrou e os bombeiros demoraram cerca de meia hora para debelá-lo.

Ainda segundo a PRF, o tanque do caminhão estava sem combustível e por isso não houve explosão. Os dois feridos sofreram escoriações leves e não corriam risco de morte.

Atualizada às 19h12.

Fonte: http://www.otempo.com.br/noticias/ultimas/?IdNoticia=50700

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