terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Motorista é preso na BR 381 dirigindo alcoolizado - Jornal Bom Dia

João Monlevade -

Um motorista de 49 anos foi preso após ser flagrado dirigindo alcoolizado na BR 381 em João Monlevade na noite deste domingo. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o homem foi abordado na altura do km 353.

Segundo a polícia, o homem conduzia um Uno e a embriaguez foi confirmada após o teste do bafômetro. O motorista foi levado para a Delegacia de Polícia e o veículo foi apreendido.

Conforme a PRF, outras seis prisões por embriaguez ao volante foram registradas em Perdões, Manhuaçu, Nova Serrana e Rio Casca. Em Betim, foram dois presos.

Fonte: Jornal Bom Dia

PRv efetua prisão em blitz na BR 381 - JVA Online

Em 17/02/11, militares do 1º Pelotão PM de Trânsito Rodoviário, comandados pelo Tenente Gonçalves, realizavam uma operação na BR 381, km 245, em Ipatinga, quando abordaram o veículo Peugeot/307, placa DYA-2334.

Os policiais suspeitaram da atitude dos três indivíduos que estavam no carro e realizaram a busca pessoal. Ao efetuarem consulta junto ao sistema informatizado, os militares constataram que os abordados já haviam sido presos por diversos crimes.

Durante a pesquisa, a guarnição verificou que havia um mandado de prisão em desfavor de um dos passageiros, Éder Bezerra Vieira (24), expedido pela Justiça do Estado de Mato Grosso. Diante dos fatos, ele foi preso e conduzido para a Delegacia de Polícia local.

Fonte: JVA Online

sábado, 19 de fevereiro de 2011

E-mail discordando do nosso artigo no Jornal O Tempo de 19/02 - Resposta.

Não concordo com a sua opinião publicada no Tempo (19/02/2011). O motorista estava acima da velocidade e, o que é pior, transitando pela faixa da esquerda em excesso de velocidade. Ele é sim muito mais culpado do que vítima. Mais uma vez fica provado que especialistas nem sempre são os melhores julgadores. Como diz o velho ditado (adaptado): "assuntos complexos e de interesse de toda a sociedade são coisas sérias demais para serem tratados apenas por especialistas".

 

Aloísio de Araújo Prince, 64 anos

Engenheiro e professor

CREA MG 6349/D

Rua Campo Belo, 64 Ap 301 (São Pedro)

30330-330 Belo Horizonte – MG

 

Professor Aloísio

 

V.Exa deve conhecer o significado de “lógica do pensamento científico e silogismo categórico”. Matérias que nos ajudam a usar a lógica para a resolução de assuntos que exigem deduções baseadas em premissas contraditórias e de interesse público, como menciona com propriedade...

Ao dizer que foi a velocidade e a mudança de faixa a causa deste acidente terrível que aconteceu no Anel Rodoviário de BH, desconsidera o fato de que a mudança se deu com a intenção de atingir o caminhão primeiro e não os veículos leves, na tentativa de minimizar o impacto que seria inevitável a 80km/h, 96km/h que era o máximo permitido naquele dia ou a 115km/h que, dizem ser a velocidade, e eu não acredito, já que é a mesma velocidade medida nos 5 acidentes que aconteceram no mesmo local, pelo mesmo motivo: Engarrafamentos que geram paralisação de trafego onde ele é inadmissível.

Seguem minhas declarações que serão feitas em juízo, afim de apontar os verdadeiros responsáveis por esse absurdo que vem acontecendo com freqüência no Anel Rodoviário de BH e que eu não tenho nenhuma dúvida, são de responsabilidade do DNIT e do Ministério dos Transportes.

Lembro que o natural no Anel ou em qualquer Rodovia de grande fluxo é veículos em movimento e não parados no meio da pista. O que fez aqueles veículos pararem no meio da pista é que foi a razão desta tragédia. Em movimento, como é o natural, nada disso teria acontecido.

V.Exa deve saber, como engenheiro,  que a rampa de declive do Anel, entre o Bairro Olhos D’água e o Bairro Betânia é de quase 8%, quando o correto e recomendável é de 5%, no máximo, o que contribui para que caminhões percam os freios diariamente naquele lugar.

Agradeço a gentileza do retorno e espero contribuir para que V.Exa tenha uma visão real dos fatos, evitando as deduções fruto do senso comum e do clamor popular que vive na superficialidade.


José Aparecido Ribeiro

Belo Horizonte - MG

31-9953-7945

 

 

Não me parece justo e nem razoável reduzir as causas desse acidente terrível que aconteceu no Anel Rodoviário de BH a velocidade e culpar apenas o motorista da carreta por essa tragédia.

As declarações a seguir poderão ser feitas em juízo, caso o advogado do motorista do caminhão deseje nos convocar para depor sobre o episódio que envolveu seu cliente no Anel Rodoviário de BH e que entendemos ser mais uma vítima da prevaricação, negligência e omissão do DNIT e do Ministério dos Transportes com as Rodovias de Minas Gerais e com o Anel Rodoviário de Belo Horizonte.

 

A mim me parece que a culpa do acidente é do estreitamento de pista e não só da velocidade.

 

Seguem algumas premissas que precisam ser consideradas no episódio para que a causa do acidente possa ser apontada sem o uso da emoção, mas com a razão, afim de evitar que outros aconteçam, como vem ocorrendo no mesmo lugar, o que pó si só já indicaria algo errado com a via:


1. A via tem, nos 7 km de descida entre o bairro Olhos D’água e o bairro Betânia, uma inclinação próxima de 8%, quando o recomendável é de no máximo 5%. (declaração de engenheiros do próprio DNIT, responsáveis pelos projetos de construção do órgão) Isso contribui para que os caminhões percam o freios ou desenvolvam velocidades incompatíveis com a segurança na via. IMPORTANTE: Não havia sinalização indicando os riscos da via no dia do acidente. Apenas uma placa dizendo que veículos de carga poderiam transitar com velocidade máxima de 80km/h, mantendo-se à direita da pista.


2. No dia do acidente a sinalização autorizava uma velocidade de 80km/h e não 70km/h, como alega o Promotor de Justiça do caso em sua denúncia. Se considerarmos os 7 km/h que é o limite máximo, mais os 20%, que é considerado falta leve, vamos chegar a uma velocidade permitida de 96km/h. Lembro que o motorista não conhecia a via, e deveria confiar na sinalização. Ele e os outros 5 que se envolveram em acidentes no mesmo local.


3. A 96km/h, ou mesmo a 80, que era a velocidade recomendada, ou a 115km/h, o caminhão não teria tempo suficiente para desacelerar, isso por que os veículos estavam parados na pista, onde, teoricamente, não poderiam estar (uma lombada que não permitia a visão da via, uma vez que haviam arvores que foram podadas depois do acidente e naquele dia obscureciam a visão de motoristas que vinham no sentido do engarrafamento).

O Código Brasileiro de Transito considera falta grave parar ou estacionar em uma pista como aquela, onde a velocidade mínima teria que ser de 55km/h, já que a máxima é de 110km/h. “Capitulo III das Normas Gerais de Circulação e Conduta  do Código Brasileiro de Trânsito” que dispõe sobre a velocidade mínima em Rodovia”  Se a velocidade fosse 80km/h, a mínima deveria ser de 40km/h, mas os veículos estavam parados no meio da pista.


4. A via é uma AUTO PISTA com fluxo de 130 mil veículos dia, onde não é permitido parar. Contudo os veículos estavam parados na hora do acidente e não em movimento, que seria o correto e natural. Repito, em uma via como aquela o natural seria os veículos em movimento. Se não estivessem parados a tragédia teria sido evitada. O que fez com que eles parassem ali que me parece justo apontar como causa do acidente.


5. Existe um estreitamento de pista que causa engarrafamentos, onde não poderia haver, (passagem de nível do Bairro Industrial) pois trata-se de um final de descida com auto fluxo de carretas no local. Carro não podem parar nem nas laterais e há placas informando isso, que é proibido parar inclusive no acostamento. Os carros estavam parados no meio da pista.


6. A poda das arvores, a mudança de velocidade na via de 80km/h, para 60km/h, a instalação de radares e a nova sinalização indicando possibilidade de retenção de tráfego no fim da descida, bem como a sugestão de uso do freio motor, depois que o acidente ocorreu, mostram que as condições da pista naquele dia favoreceram para que o motorista não se  preocupasse com a possibilidade de engarrafamento a tempo de parar a carreta.


7. O laudo que sugere a velocidade de 115 é questionável, já que trata-se da mesma velocidade apresentada em outros acidentes similares, mas com cargas diferentes. Não é possível medir velocidade em uma situação como essa em que a carga era de 37 toneladas, além do peso normal do veículo que eleva o peso total para 56 toneladas. Não se sabe se os freios foram utilizados. Se sim, os resultados teriam sido outro. Se não, por que os freios falharam? Ao contrário do que afirma o Promotor do caso, carretas podem sim perder os freios, se estes forem utilizados em descidas muito longas como a que estamos nos referindo, fora dos padrões de inclinação.


8. A via não tem áreas de escape. Como ela recebe diariamente 130 veículos, mais de 30% caminhões pesados, ela deveria ter áreas de escape.

9. Ao jogar o caminhão para a lateral, saindo da sua pista que está a direita, o motorista tentou evitar a tragédia, mas foi impedido pelas limitações técnicas de frenagem e pela falha na estrutura da pista que não está preparada para receber este tipo de veículo de carga, (carretas bi-trem) misturado ao trânsito urbano. Essa carreta não poderia estar circulando naquele local, no horário que estava e não há sinalização indicando isso. Acredito que ele tenha mudado de faixa e jogou a carreta encima de um caminhão para tentar evitar os carros menores que estavam parados na pista.

 

(De acordo com o próprio Ministério Público Federal, o Dnit vem descumprindo a Resolução n° 211/2006 do Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN), que estabelece os requisitos de segurança necessários à circulação de Combinações de Veículos de Carga. Pela resolução, é necessário expedição de Autorização Especial de trânsito (AET) para o tráfego de veículos cujo peso bruto total seja.  superior a 57 toneladas ou cujo comprimento seja superior a 19,80 metros. Ainda segundo a resolução,  os veículos  de AET somente podem circular durante o dia.  Excepcionalmente, até poderão circular à noite, desde que, dentre outros requisitos, o volume do tráfego seja de até 2.500 veículos. No caso do Anel, especialmente no trecho de descida, o fluxo diário de veículos supera em muito esse limite, chegando a 130 mil veículos. O acidente ocorreu após às 18H.

 
10. O Sindicato de caminhoneiros protocolou pedido de mudança de limites de velocidade na descida do bairro Olhos D’água e sinalização especial, já que este tipo de acidente tem sido comum naquele local, mas nada foi feito.


11. Trata-se do quinto acidente com as mesmas características no mesmo local em menos de 2 anos. O que mostra que o problema é da via e não só dos motoristas.


12. Pergunta que precisa ser feita ao Promotor e ao desembargador que mantém o motorista preso: se aqueles veículos não estivessem parados naquele local, que é proibido parar, este acidente teria ocorrido? O Código Nacional de Trânsito, conforme mencionado acima, proíbe parar veículos em uma via de auto fluxo. Reitero, quando a carreta atingiu aqueles veículos eles estavam parados e não em movimento. Se estivessem a 55km/h que é a velocidade mínima permitida para a via, aí sim nos parece justo culpar o motorista.


Reitero que não conheço o motorista e nem seu advogado e  as intenções aqui são no sentido de chamar a atenção da opinião pública para o fato de que acidentes como esses estão acontecendo com muita freqüência e a causa não está sendo atacada, que é o estreitamento de pista que provoca engarrafamentos onde não pode haver interrupção de tráfego. Com efeito, no nosso entendimento, o DNIT e o Ministério dos Transportes deveriam ser os verdadeiros réus neste episódio e em todos os outros que aconteceram no mesmo local, pelos mesmos motivos.


José Aparecido Ribeiro

Especialista em transito e assuntos urbanos

Bacharel em Turismo, Filósofo

Asset Manager e Consultor

ONG SOS Rodovias Federais

CRA – MG 0094/94

31-9953-7945

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Determinação proíbe circulação de carretas na BR-381 entre Valadares e Belo Horizonte - in360

Edital para duplicação sai no mês de abril - JVA Online

DivulgaçãoO MINISTRO ALFREDO NASCIMENTO anunciou as obras ao lado do prefeito Sérgio Mendes e autorizou também a contratação imediata de projeto para acesso a Timóteo

TIMÓTEO - O ministro dos Transportes, Alfredo Nascimento, anunciou nesta quarta-feira (16) que será publicado em abril o edital para contratação das obras que darão início ao processo de duplicação da BR-381, a partir dos lotes 7 e 8 (entre dez), na junção ao Anel Rodoviário de Belo Horizonte. Sentado ao lado do ministro, o prefeito de Timóteo, Sérgio Mendes (PSB), comemorou a previsão de que as tão sonhadas obras comecem já no segundo semestre. O custo desta primeira etapa, ligando a capital mineira a São Gonçalo do Rio Abaixo, num trecho de aproximadamente 100 km, foi estimado em R$ 2 bilhões.

“Como mineira, a presidente Dilma Roussef demonstra com esta atitude que cumprirá os compromissos firmados em campanha. Mais do que destravar o desenvolvimento de uma grande parcela do Estado, duplicando a BR-381, o Governo está evitando a perda de mais vidas em acidentes”, elogiou o prefeito Sérgio Mendes. Também estiveram presentes o senador Clésio Andrade (PR-MG) e os deputados federais Diego Andrade (PR-MG), Jaime Martins (PR-MG) e Reginaldo Lopes (PT-MG), além de outros onze prefeitos mineiros.

MÁXIMA PRIORIDADE

Nascimento garantiu aos prefeitos e parlamentares que a rodovia é prioridade. “Nada é mais importante em Minas Gerais do que a BR-381”, declarou. O ministro explicou que a rodovia está incluída no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e mantida na segunda fase do programa, o PAC 2, como forma de assegurar que não faltarão recursos federais para a conclusão das obras. “Nada que está no PAC foi contingenciado”, frisou Nascimento.

ACESSO A TIMÓTEO

Outra necessidade defendida por Mendes foi a inclusão de uma alça de acesso a Timóteo pelo novo traçado da BR-381. O prefeito ressaltou os riscos que os motoristas da região têm corrido por utilizarem atualmente um acesso clandestino, inclusive com registro de vítimas fatais. De imediato, Alfredo Nascimento autorizou que seja feito o projeto e a construção do acesso à cidade, uma vez que a obra não impacta tanto no orçamento da União. “Questões menores, como esta no trecho de Timóteo, vamos resolver todas. Não podemos esperar mais”, garantiu o ministro.

A construção do acesso é uma reivindicação dos motoristas de Timóteo e também dos moradores do Bairro Nova Esperança. Atualmente, o acesso é feito através de uma saída clandestina e, nos horários de pico, há sérios riscos de acidentes. “A Prefeitura de Timóteo está disposta a colaborar com a realização do projeto de construção do acesso. A obra vai garantir segurança e conforto para motoristas que trafegam pelo acesso e também às famílias que moram nas imediações do contorno da BR-381”, destacou o prefeito.

DNIT confirma 24 novos radares na estrada

DA REDAÇÃO – O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) informou nesta quinta-feira (17) que vai instalar mais 24 radares para controle de velocidade na BR-381, num trecho de 100 quilômetros entre Belo Horizonte e João Monlevade, considerado pelo órgão como o trecho mais perigoso da rodovia. A instalação dos equipamentos vai começar na semana que vem. A conclusão dos trabalhos está prevista para março.

Ao todo serão implantadas cinco lombadas eletrônicas e 19 pardais na BR-381(ver box). A instalação dos radares é fruto da licitação que contratou a implantação de 2.696 equipamentos nas rodovias federais do país, sendo 410 em Minas Gerais.

Anel Rodoviário de BH

Também nesta quinta-feira, o DNIT anunciou que o Anel Rodoviário de Belo Horizonte terá mais 10 controlares de velocidade. Segundo o órgão, ao todo, o Anel terá 15 lombadas eletrônicas e três pardais.A licitação para contratar a empresa que vai revisar e corrigir as falhas do projeto de reforma do Anel Rodoviário de BH foi aberta na terça-feira (15). As obras para acabar com os problemas de estrutura da rodovia começam em setembro, de acordo com o DNIT.

De acordo com o edital, a empresa que vencer a licitação vai ter um prazo de 330 dias para concluir o projeto. Ainda segundo o DNIT, a previsão para que as obras comecem em setembro está mantida, já que elas vão ser realizadas em etapas. Algumas intervenções já previstas não vão sofrer alterações. As propostas para a licitação devem ser entregues no dia 5 de abril.

Fonte: JVA Online

Nozinho destaca necessidade de duplicação da BR-381 - Jornal A Notícia

Ulisses Nascimentogeral62Durante manhã com a imprensa, Nozinho explicou que a duplicação da BR-381 vai trazer mais desenvolvimento econômico para a cidade

Durante conversa com repórteres, Nozinho voltou a falar sobre a necessidade de duplicação da BR-381. Na tarde de quarta (16), ele; o prefeito de Itabira, João Izael Querino Coelho (PR), e o presidente da Associação dos Municípios da Microrregião do Médio Piracicaba (Amepi) e prefeito de Dom Silvério, José Maria Repolês (PMDB), foram a Brasília para tratar do tema. “Não é possível que uma estrada que mata tanta gente e provoca tanto transtorno para a região tenha a duplicação adiada. Não podemos parar, sabemos que há interesses de outros estados e regiões, e temos ficado para trás, mas eu acredito que a obra vai sair do papel”, comentou. O prefeito de São Gonçalo destacou que o investimento em estradas é essencial, tendo em vista que Belo Horizonte será uma das sedes da Copa do Mundo de 2014.

Fonte: Jornal A Notícia

Prefeitos cobram agilidade na duplicação da BR 381 - Jornal Bom Dia

Brasília -

Todos os prefeitos integrantes da Associação dos Municípios da Microrregião do Médio Rio Piracicaba (Amepi), o senador Clésio Andrade e os deputados federais Bernardo Santana, Reginaldo Lopes, Jaime Martins e Diego Andrade estiveram na tarde dessa quarta-feira, 16, em Brasília, com o ministro dos Transportes, Alfredo Nascimento e com o diretor-geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), Luiz Antônio Pagot, discutindo a duplicação da BR 381.

Na audiência, segundo informou o prefeito João Izael, o ministro Alfredo Nascimento declarou que a duplicação da rodovia é prioridade para o governo e que, em outubro, serão realizados os projetos dos lotes 7 e 8 previstos no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), do Governo Federal. Ainda segundo o prefeito de Itabira, as obras desses lotes interligam Belo Horizonte até a ponte do Rio Una - trecho entre os trevos de Itabira e São Gonçalo do Rio Abaixo.

PAC

De acordo com o ministro dos Transportes, a duplicação da BR 381 foi dividida em 10 lotes, sendo que os lotes 7 e 8 interligam o Anel Rodoviário de Belo Horizonte, ponto de onde as obras serão iniciadas. Alfredo Nascimento também afirmou que o lançamento do edital dos lotes está previsto para abril deste ano e o investimento será cerca de R$ 2 bilhões

Fonte: Jornal Bom Dia

Pacote do Dnit prevê mais radares no Anel e na BR-381 - O Tempo

Paliativo.Até março, Rodovia da Morte terá mais 24 equipamentos; no Anel, serão três novos dispositivos

Pacote do Dnit prevê mais radares no Anel e na BR-381

Trecho de descida na altura do Betânia passará a contar com seis aparelhos

FLÁVIA MARTINS Y MIGUEL

FOTO: FLÁVIA MARTINS Y MIGUELfoto_17022011212046Preparativos. Técnicos trabalhavam, ontem, no ajuste de lombada eletrônica na descida do Betânia

O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) anunciou ontem a instalação, até o final de março, de 24 novos radares na BR-381 e outros três equipamentos de controle de velocidade no Anel Rodoviário da capital. O órgão informou que as obras para a instalação dos aparelhos começam na próxima semana.

"Acredito que, no mês que vem, todos os radares vão estar instalados e funcionando, sim. Não acho que teremos nenhum problema", afirmou o engenheiro do Dnit, Alexandre Oliveira. No Anel, os três novos equipamentos serão incluídos no pacote de radares que começaram a ser colocados no trecho de 7 km na descida do bairro Betânia, no início deste mês, após o acidente que matou cinco pessoas no dia 28 de janeiro.

O órgão federal também prometeu reativar outras duas lombadas destruídas por acidentes no ano passado - atualmente, o controle de velocidade no Anel é feito por oito equipamentos. Com isso, a rodovia passará a contar, nos seus 26,5 km de extensão, com 18 radares, entre lombadas e pardais. O trecho entre o bairro Olhos D Água e a avenida Amazonas terá a maior quantidade dos radares. Serão oito no total.

Na BR-381, o trecho de cem quilômetros entre Ravena e João Monlevade, na região Central, vai passar a contar com 27 radares, sendo 19 pardais e oito lombadas eletrônicas. Atualmente, três aparelhos controlam a velocidade dos veículos. O trecho, chamado de Rodovia da Morte, matou 111 pessoas em 2.049 acidentes em 2010. A maioria das ocorrências, de acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), aconteceu na altura de Caeté, São Gonçalo do Rio Abaixo e João Monlevade que, juntas, passarão a contar com 17 equipamentos.

"A instalação de radares não resolve, mas ajuda. Como paliativo, talvez seja a medida mais eficaz. É o melhor para se fazer a curto prazo", afirmou o chefe da assessoria da PRF, Aristides Júnior.

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Fonte: O Tempo

Controle volta após três anos sem limites - Estado de Minas

Com equipamentos de fiscalização desligados desde o fim de 2007, Dnit promete finalmente retomar vigilância nas rodovias que cortam o estado. Número de mortes subiu na falta dos aparelhos, cuja importância para preservar vidas é reconhecida pelo próprio departamento federal

Pedro Rocha Franco

Beto Magalhães/Em/D.A Press - 18/11/0920110217221621991Passados os períodos de inatividade, lombadas eletrônicas vão operar para inibir abusos na BR-381, no Anel e em outras rodovias

Depois de mais de três anos de descaso em relação ao controle de velocidade e de aumento significativo do número de mortes nas rodovias mineiras sob jurisdição do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), o órgão promete, para a próxima semana, começar a instalação de 31 radares em dois dos trechos mais críticos do país: o Anel Rodoviário de Belo Horizonte e a chamada Rodovia da Morte, como tornou-se conhecido o segmento da BR-381 entre a capital e João Monlevade, na Região Central do estado. Antes de entrar em funcionamento, os aparelhos serão aferidos e sua operação está prometida para o mês que vem. O pacote ainda prevê a instalação de 410 radares em estradas que cortam o estado nos próximos dois anos. A medida, porém, é anunciada com bastante atraso. Caso o Dnit tivesse agido para evitar o desligamento dos equipamentos de fiscalização, em outubro de 2007, centenas de vidas poderiam ter sido poupadas.

No Anel Rodoviário, ao todo, serão 18 equipamentos. Atualmente, há oito lombadas eletrônicas em funcionamento e outras três – previstas para operar na descida do Bairro Betânia, depois da tragédia que vitimou cinco pessoas em 28 de janeiro – em fase final de implantação. Além dessas, outras sete serão instaladas a partir da semana que vem . A novidade é que três radares são do modelo discreto, conhecido como pardal. Um deles, inclusive, já começou a multar na madrugada de ontem.

Já na BR-381, no trecho de 108 quilômetros conhecido como Rodovia da Morte, serão 27 radares, 24 deles novos. Além das três lombadas já existentes, outras cinco serão instaladas em percursos urbanos, em Ravena, Nova União, São Gonçalo do Rio Abaixo (duas) e João Monlevade, permitindo mais segurança na travessia de pedestres . Estudos feitos pelo Dnit mostram que os equipamentos de controle instalados nas travessias urbanas resultam em redução de sete em cada 10 desastres, o que, segundo nota do departamento, “justifica a instalação dos radares, dada a necessidade de controlar a velocidade nos pontos concentradores de acidentes”. O restante dos dispositivos previstos para a BR-381 será do tipo pardal, obrigando os condutores que desconhecem a localização dos aparelhos a respeitar os limites de velocidade em toda a via, sob pena de multa.

As estatísticas da Polícia Rodoviária Federal (PRF), órgão vinculado ao Ministério dos Transportes, assim como o Dnit, mostram que a tendência era de redução do número de vítimas nas estradas mineiras enquanto os aparelhos de fiscalização estavam ativos. Em 2006, segundo a PRF, foram registradas 1.130 mortes, contra 1.064 no ano seguinte. O desligamento das lombadas em Minas coincidiu com a inversão da tendência e com aumento considerável dos acidentes e mortes. O comparativo entre 2007 e 2010 mostra crescimento de 26,31% no número de óbitos nas BRs mineiras. Entre 2008 e 2010, a soma do número de mortes que superou a marca de 2007 totaliza 504 vítimas, muitas das quais poderiam ter sido salvas caso o controle de velocidade não tivesse sido desativado.

O impasse envolvendo a contratação de empresas para fiscalizar as rodovias se arrasta desde outubro de 2007, quando venceu o último contrato, sem que o Dnit pudesse prorrogá-lo. No ano seguinte, o governo federal chegou a publicar um edital de licitação, mas, com o processo impugnado, foi preciso abrir nova concorrência. Depois de várias tentativas de impugnação e de revisões da licitação, o contrato foi assinado em dezembro, com prazo de dois anos para que as empresas instalem todos os equipamentos. A previsão é de que sejam investidos R$ 804 milhões nos próximos cinco anos em todo o país, com recursos que fazem parte do programa de controle de velocidade viária e estão assegurados pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

A campeã de fiscalização em Minas será a BR-040, com 119 aparelhos instalados nos trechos que ligam Belo Horizonte a Brasília e ao Rio de Janeiro. A BR-116, conhecida como Rio-Bahia, é a segunda no ranking, com 67 radares, uma tentativa de conter a gravidade dos acidentes, que a tornam uma das mais perigosas de Minas, com índice de letalidade superior até mesmo ao da Rodovia da Morte. Na sequência, vêm empatadas as BRs 262 e 381, ambas com 55 equipamentos.

Fonte: Estado de Minas

PRF começa a fiscalizar circulação de carretas - O Tempo

NATÁLIA OLIVEIRA
Especial para O TEMPO

A Polícia Rodoviária Federa (PRF) começou, entre a noite de ontem e a manhã de hoje, a fiscalizar o tráfego irregular de carretas articuladas dos tipos bitrem e tritrem nos 315 km que separam Belo Horizonte de Governador Valadares, no Vale do Rio Doce, pela BR-381.

Os caminhoneiros que forem flagrados conduzindo as carretas proibidas entre 18h e 6h receberão multa e podem ter o veículo apreendido. Há cinco anos, uma resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) proibe a circulação desses caminhões durante a noite em trechos com fluxo diário superior a 2.500 veículos.

Na BR-381, porém, a restrição só começou a ser observada depois que a Justiça Federal de Ipatinga, no Valo do Aço, expediu uma liminar proibindo o Departamento Nacional de Infraestrutura e Trânsito (Dnit) de expedir a Autorização Especial de Trânsito (AET) para a circulação desses veículos durante a noite.

O Dnit alega que o fluxo de veículos no trecho é menor que o estabelecido em lei. Se o órgão emitir AETs para a circulação noturna das carretas, pode ser punido com multa diária de R$ 100 mil - segundo o Dnit, as emissões foram suspensas em 3 de fevereiro.

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Fonte: O Tempo

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