quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Acidente na 381 mata três ocupantes de ambulância

Motorista de caminhão perdeu o controle da direção e se chocou contra dois veículos

Nathália Moreira - Do Hoje em Dia - 20/10/2011 - 09:39

Um grave acidente matou três pessoas na madrugada desta quinta-feira (20), na BR-381, altura do quilômetro 823, em Careaçú, no Sul de Minas Gerais.

Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o motorista de um caminhão carregado de grama perdeu o controle da direção e bateu de frente em um carro de passeio e uma ambulância, que seguiam no sentido São Paulo.

Três ocupantes da ambulância morreram na hora. Por causa do acidente, o tráfego no local ficou interditado.

Fonte: Hoje em Dia

Batida entre carreta e ambulância deixa três mortos no Sul de Minas

A carreta carregada de grama invadiu a pista contrária e bateu de frente com a ambulância

Estado de Minas

Publicação: 20/10/2011 07:38 Atualização: 20/10/2011 07:43

Um acidente envolvendo uma ambulância e uma carreta deixou três mortos na BR-381, em Careaçu, no Sul de Minas, na madrugada desta quinta-feira. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal, no Km 753, uma carreta carregada de grama invadiu a pista contrária e bateu de frente com a ambulância.
O motorista do carro, um paciente e um acompanhante morreram na hora. Segundo a PRF, o carro seguia de Cambuquira, na mesma região, para a cidade de São Paulo. A pista, no sentido Careaçu/São Paulo, está interditada.

Acompanhe também o EM.com pelo Twitter

Fonte: Portal Uai

Colisão frontal entre ambulância, caminhão e carro deixa três mortos na BR-381, em Careaçu

20/10/2011 06h07

TABATA MARTINS

Siga em: twitter.com/OTEMPOonline

    Três pessoas morreram após se envolverem em uma grave acidente ocorrido na madrugada desta quinta-feira (20) na BR-381, em Careaçu, no Sul de Minas Gerais.

    De acordo com a Polícia Rodoviária Federal, na altura do km 823, o condutor de um caminhão, que estava carregado de grama, perdeu o controle da direção do veículo, invadiu a pista sentido São Paulo e colidiu de frente com uma ambulância e um carro de passeio.

    Segundo os policiais, o impacto da colisão foi tão forte que três ocupantes da ambulância, que seguiam de Cambuquira para São Paulo, morreram na hora. Os outros envolvidos no acidente sofreram apenas leves escoriações pelo corpo.

    Conforme a PRF, devido à colisão, a pista sentido São Paulo ficou interditada por cerca de cinco horas. O fluxo de veículos na pista sentido Belo Horizonte, por onde seguia o caminhoneiro, é normal.

    Fonte: O Tempo Online

    quarta-feira, 19 de outubro de 2011

    Motorista de caminhão morre em acidente na BR-381 no Sul de Minas

    19/10/2011 16h40

    ANA CLARA OTONI

    Siga em: twitter.com/OTEMPOonline

      O motorista de um caminhão com placa de São Paulo (SP) morreu na noite dessa terça-feira (18) na BR-381. O acidente ocorreu no KM 792 da rodovia, quando o condutor do veículo perdeu o controle da direção, segundo a Polícia Rodoviária Federal.

      O caminhão tombou na altura do município de São Gonçalo do Sapucaí, no Sul de Minas. O condutor do veículo não foi identificado e o corpo dele encaminhado para o Instituto Médico Legal de Pouso Alegre. O caminhão estava carregado de limalha de ferro, a carga caiu na pista e interditou a rodovia por algumas horas. 

      Fonte: O Tempo Online

      Gol capota na BR381 próximo ao Sítio Porteira Amarela

      Segunda-feira, Outubro 17, 2011

      Bell Silva

      Acidente BRsite

      A Polícia Rodoviária Federal (PRF)registrou um acidente por volta das 14h de domingo, no km 368 da BR-381, próximo ao Porteira Amarela, em São Gonçalo do Rio Abaixo.

      Segundo a PRF o condutor do veículo Gol placas GTO-7542 de Belo Horizonte, José Geraldo Maciel, 49, e seu filho Gutemberg Maciel, 18, seguiam sentido Belo Horizonte quando ao entrar em uma curva teria perdido o controle da direção do veículo que capotou.

      O condutor contou para a PRF que havia óleo na pista. Gutemberg teve ferimentos leves e foi encaminhado pelo Serviço Voluntário de Resgate (Sevor) ao Hospital Margarida.

      José Geraldo informou para a PRF que esta foi a segunda vez que se envolve em acidentes na BR-381 e como forma de demonstrar sua indignação com a situação da rodovia, classificada como “Rodovia da Morte”, disse que para ele é “normal”. O veículo ficou parcialmente destruído.

      Fonte: O Popular

      terça-feira, 18 de outubro de 2011

      O que está por trás dos números estarrecedores de mortes em rodovias de MG?

      Os números estarrecedores de mortes em rodovias de Minas Gerais trazem uma mensagem para a sociedade e sobretudo para os governantes, acostumados a transferir para o cidadão a conta da carnificina como se as pessoas pudessem prever tragédias e evitá-las sempre.

      No entendimento da maioria das pessoas a culpa pelo "genocídio rodoviário" é da imprudência. Este é o resultado do olhar superficial que o governo adora ouvir e que endossa a omissão, a prevaricação e a negligencia de quem deveria ter atitudes pró-ativas.

      Considerando que maioria dos acidentes com mortes aconteceram por colisões frontais, que poderiam ser evitadas se nossas rodovias fossem seguras e tivessem pistas independentes, separadas por barreiras físicas de concreto ou aço ou mesmo por canteiros centrais com caixas de desaceleração entre as pistas, o motorista é apenas parte de um conjunto de erros, cuja o maior responsável é o governo.

      Nota-se que a via utilizada para o entendimento do fenômeno segue a rota mais curta para justificar a carnificina.

      Nenhum motorista sai de casa pensando em matar ou morrer. Acidentes ocorrem por diversos motivos que nem sempre podem ser atribuídos a imprudência.
      O Brasil produz veículos cada vez mais potentes e as nossas estradas continuam as mesmas de 60 anos atrás, com pistas simples, estreitas, curvas fora de padrões de segurança, inclinações maiores do que o permitido, falta de sinalização, falta de áreas de escapes e até ausência de acostamentos em boa parte delas. Tudo contribuindo para que os acidentes ocorram.

      Se os veículos não podem ser acelerados, como na Europa, EUA ou na Azia, eles não deveriam ser produzidos. É nas estradas que as pessoas costumam acelerar seus carros, já que nas cidades isso não é possível. Na Alemanha a média de velocidade na Autoban é de 170km/h e os índices de acidentes lá são 70% menores do que no Brasil. Uma prova de que não é a velocidade a vilã da história, mas a estrutura das Rodovias.

      Esperar consciência de todos é acreditar em conto de fada. Os imprudentes existiram, existem e sempre existirão. Cabe ao Estado dar aos que cumprem suas obrigações ao volante, proteção, contra aqueles que não cumprem. Até por que, todas as vezes que um imprudente se envolve em um acidente, ele acaba levando com ele um motorista que estava dentro da lei, e por vezes a sua familia.
      Com efeito, o discurso de que tudo é culpa dos imprudentes, não provoca efeitos positivos, ao contrario, deixa os agentes públicos cuja tarefa é zelar pela boa condição de trafegabilidade das estradas, inertes e sem a sua parcela de responsbilidade. Se campanhas, radares e apelos resolvesse o problema, os acidentes estariam diminuindo e não aumentando como estamos assistindo.

      Instalar radares, caçar carteiras, punir motoristas é apenas uma ação que precisa vir acompanhada de dezenas de outras, sendo a reforma de rodovias a principal delas e a mais urgente.

      José Aparecido Ribeiro
      Consultor em Assuntos Urbanos e Transito
      ONG SOS Rodovias Federais
      31 9953 7945
      CRA MG 0094 94

      CRIME DE TRÂNSITO: UMA DECISÃO JUDICIAL NA CONTRAMÃO DE DIREÇÃO

      Milton Corrêa da Costa

      A notícia da revogação da prisão preventiva do ex-subsecretário estadual de governo,Alexandre Felipe Vieira Mendes (Rio de Janeiro). ex-integrante da coordenação da Operação Lei Seca, que envolveu-se, em agosto útimo,em grave acidente, dirigindo embriagado e em zigue-zague, conforme relato de uma  testemunha, atropelando na calçada três pedestres e resultando na morte de um ciclista, além de empreender fuga do local, precisa servir de objeto de análise e reflexão ante a barbárie constante do trânsito brasileiro e a importãncia de punições imediatas, na contenção de tal tragédia, onde 35 mil pessoas ( em média)  perdem a  vida anualmente  em rodovias e  vias urbanas.

      Decisão judicial não se discute. No entanto, como estudioso da matéria e com fulcro na livre expressão do pensamento, princípio basilar do estado democrático de direito, discordo de tal decisão. Num país onde o uso do álcool ao volante é causa determinante de constantes tragédias no trânsito, tal decisão é um retrocesso na tentativa do necessário rigor imediato na aplicação de medidas judiciais contra os homicidas alcoolizados do volante. Quem bebe e dirige é assassino em potencial. Quanto mata e fere gravemente, sob o efeito do álcool, deve ser recolhido ao cárcere até por respeito aos familiares das vítimas e ali aguardar o julgamento. E se o homicida em questão, Alexandre Felipe,sentindo a iminência da condenação, resolver fugir? Quem será responsabilizado? O que dizer aos familiares da vítima fatal?

      A meu ver não está em jogo a periculosidade do acusado ou sua folha penal pregressa.- é bom lembrar que fugiu sem prestar socorro às vítimas e não se apresentou para cumprir a prisão preventiva- mas a a aplicação do necessário rigor da lei como mecanismo de desestímulo à tal prática nefasta, que ceifa preciosas vidas pela ação irresponsável de beber e dirigir. Tal medida, a meu ver, está na contramão de direção ante a possibilidade do desenvolvimento de projetos educativo-punitivos que visem a mudança comportamental do perfil, imprudente e irresponsável, de boa parte de nossos motoristas.Trânsito é meio de vida, não de imprudência, morte, dor, sofrimento, tragédia e mutilação. Registre-se que o trânsito é a maior causa de morte de jovens no país na faixa etária entre 15 e 34 anos no país.Estamos diante de uma grave doença docial cujas medidas judiciais rigorosas e imediatas são importantes para inibir a sanha assassina dos alcoolizados irresponsáveis do volante.

      Milton Corrêa da Costa é coronel  da reserva da PM do Rio de Janeiro

      Acidente deixa quatro pessoas feridas - in360

      Rodovia da morte - Só interdição freia número de vítimas na BR-381

      Quantidade de óbitos na estrada mais perigosa do estado cai com o fechamento da ponte sobre o Rio das Velhas. Em relação aos oito primeiros meses de 2010, redução foi de 20%

      Guilherme Paranaiba, Mateus Parreiras e Pedro Rocha Franco -

      Publicação: 18/10/2011 06:00 Atualização: 18/10/2011 06:50

      20111017231711131547iEfeito colateral inesperado: filas impostas pelas obras reduziram a velocidade na estrada, dificultaram ultrapassagens e reduziram violência

      Pouco adiantou o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) instalar 24 radares ao longo da Rodovia da Morte, trecho de 110 quilômetros da BR-381 entre BH e João Monlevade, na Região Central de Minas. Somente a interdição da estrutura da ponte sobre o Rio das Velhas, em Sabará, na Grande BH, conseguiu reduzir o número de mortos em acidentes na rodovia. De janeiro a agosto de 2010, segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), 67 pessoas morreram na estrada. O número registrado no mesmo período deste ano, com 54 vítimas, é 20% menor. Destas, 38 mortes ocorreram antes de 20 de abril, quando estrutura sobre o rio teve o tráfego interrompido ou restrito. A situação chegou a gerar engarrafamentos de mais de 30 quilômetros, mas as baixas velocidades a que foram submetidos os motoristas reduziram as mortes para 16 registros até 31 de agosto.

      O especialista em transporte e trânsito Paulo Rogério da Silva Monteiro afirma que a soma dos radares com a situação de restrição de trânsito pela ponte sobre o Rio das Velhas criou um padrão de tráfego que reduziu a gravidade dos acidentes. "O trânsito intenso e pesado cadenciou a circulação na forma de pelotões. Longas filas de veículos atrás de caminhões e carretas lentas deixaram menos espaço para ultrapassagens perigosas. É diferente de uma pista de tráfego disperso, com lugar para imprudência dos motoristas", avalia. Monteiro lembra que durante o tempo em que a ponte provisória estava sendo instalada, e mesmo depois que esteve ativa, com circulação reduzida, os motoristas procuraram desvios e caminhos alternativos.

      A redução de 13 óbitos na Rodovia da Morte repercutiu diretamente no saldo geral deste ano nas estradas federais. A diferença entre janeiro e agosto de 2011 para o mesmo período de 2010 foi de 20 registros. No ano passado morreram 857 pessoas nas BRs. Neste ano foram 837 (-2,3%). Desconsiderando-se os dados da BR-381, as demais estradas federais foram responsáveis pela redução de sete mortes.

      Para o chefe do Departamento de Engenharia de Transportes e Geotecnia da Escola de Engenharia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Nilson Tadeu Ramos Nunes, a restrição de tráfego na ponte em Sabará foi um fator decisivo para a diminuição do número de mortos no trecho. “A instalação das pontes provisórias obrigou os veículos a diminuírem a velocidade”, lembra o especialista. Porém, o professor adverte que, com a inauguração da nova ponte, a tendência é o número de mortes voltar a subir, caso a fiscalização não atue com rigor na punição dos motoristas que excedem o limite de velocidade.

      Embora a fiscalização ajude a resolver o problema dos acidentes, o engenheiro acredita que o alargamento do trecho é que vai solucionar a maioria das batidas. “Com a duplicação, o traçado atual, que tem mais de 50 anos, poderá ser atualizado e resolver a questão das colisões frontais. Nosso grande problema é que a frota aumentou, os carros ganharam potência e as estradas não se desenvolveram”, completa o professor da UFMG.

      Duplicação

      Mas as tão esperadas obras de ampliação da Rodovia da Morte ainda estão longe de serem uma realidade. De acordo com o Dnit, o projeto executivo para a duplicação do trecho da BR-381 entre Belo Horizonte e São Gonçalo do Rio Abaixo, na Região Central do estado, está concluído e as audiências públicas obrigatórias já ocorreram. “O processo licitatório está em análise no Ministério dos Transportes”, informa o órgão. O trecho entre São Gonçalo do Rio Abaixo e Governador Valadares, no Vale do Rio Doce, ainda está em fase de elaboração do projeto executivo.

      Acompanhe também o EM.com pelo Twitter

      Fonte: Portal Uai

      Polícia culpa motoristas pelo número recorde de acidentes

      Imprudência .Entre sexta-feira e ontem, 22 pessoas morreram nas rodovias federais

      Inspetora da PRF diz que falta bom senso do condutor ao dirigir na chuva

      Publicado no Jornal OTEMPO em 18/10/2011

      GABRIELA SALES

        A imprudência dos motoristas e as chuvas que atingiram a maior parte de Minas Gerais no último fim de semana são apontadas pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) como as duas principais causas do grande número de acidentes ocorridos nas estradas federais que cortam o Estado. Entre a 0h de sexta-feira e às 6h de ontem, 22 pessoas morreram e 210 ficaram feridas em 294 colisões.

        Nos quatro dias da Semana Santa (o feriado mais violento do ano), foram registradas 22 mortes em 452 acidentes. "Os números assustam em se tratando de um fim de semana, principalmente porque todos os acidentes foram com gravidade, o que ocasionou o alto número de mortos", disse a assessora de comunicação da PRF, inspetora Fabrizia Nicolai.

        Em um dos acidentes, no sábado, cinco ocupantes de um Uno morreram depois que o veículo bateu de frente com uma carreta, na BR-116, no Norte de Minas. O motorista do Uno invadiu a contramão durante um temporal. Ontem de manhã, mais três pessoas morreram em uma colisão na BR-135, em Corinto, na região Central.

        A falta de bom-senso ao dirigir na chuva é considerada o principal fator de risco. "Além disso, a falta de respeito ao limite de velocidade favorece ao aumento dos acidentes", salienta Fabrizia.

        Para motoristas, o aumento da fiscalização poderia diminuir a gravidade dos acidentes. "Só vemos operações nas estradas quando tem algum feriado. Fora isso, não vemos ninguém controlando a velocidade", disse o caminhoneiro Geraldo Freitas, 59.

        A falta de manutenção nas estradas também é motivo de críticas. "Chuva forte com estrada esburacada é acidente na certa", destaca o caminheiro Matheus Costa, 37.

        A PRF informa que está sendo estudando um reforço na fiscalização das rodovias. Para evitar os acidentes, a polícia recomenda cautela. "Caso o motorista não esteja seguro ao volante durante a chuva, é melhor que ele pare", orienta Fabrizia.

        20111018fotoavulsa_17102011210616

        Fonte: O Tempo

        LinkWithin

        Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...